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5 Habilidades da Inteligência Emocional

Um assunto referenciado em todos os lugares: mídias sociais, consultórios, livros e palestras mundo afora. Porque se fala tanto em Inteligência Emocional? O que é isso e para que serve? Além do mais, como eu posso ter essa famosa inteligência emocional e quais os benefícios de aplicá-la diariamente em todos os campos da minha vida? Vem comigo!


Esse é um conceito criado por Daniel Goleman (psicólogo, escritor e PhD da Universidade de Harvard nos Estados Unidos) e foi popularizado através de seu livro, com o mesmo nome, em 1986. Inteligência Emocional, tem por definição, ser: a “capacidade de identificar os nossos próprios sentimentos e os dos outros, de nos motivarmos e de gerir bem as emoções dentro de nós e nos nossos relacionamentos”.


Por mais que em um primeiro momento isso possa parecer fácil, administrar as próprias emoções não é exatamente a tarefa mais simples do mundo. É preciso autocrítica, reflexão, meditação e empatia – isso, só para citar alguns fatores. Isso tudo, afeta a maneira como nos comportamos, tomamos decisões e interagimos socialmente.


Vamos conhecer agora as 5 habilidades de quem possui um nível elevado de Inteligência Emocional e o que significa cada um:

 

1. Autoconhecimento Emocional
A capacidade de reconhecer as emoções quando se manifestam: esta é a chave para uma boa inteligência emocional. Desenvolver o autoconhecimento exige consciência e absoluta sintonia com os seus sentimentos mais verdadeiros. Ao avaliar, identificar e aceitar as suas próprias emoções, torna-se possível gerenciá-las e alterá-las. Vivemos fazendo planos e planejamentos, que mudam muitas vezes por conta de interferências externas ou por conta de reações que temos a acontecimentos do cotidiano. A chuva fez mudar a rota e atrasar o início do trabalho. O transito está monstruoso. O metrô entrou em greve. O mau tempo fechou o aeroporto principal. Alguém faleceu. Seu melhor amigo foi demitido. O pneu do carro furou. Você tem dois compromissos no mesmo horário. Um pedido de casamento. Seu bônus foi cortado. Você está grávida de gêmeos. Seu irmão foi assaltado. Sua esposa recebeu uma proposta para trabalhar em outro país. Seu ex-namorado apareceu. Acordou atrasado. Prendeu o dedo na porta. Seu filho acordou doente....
O que pode fazer a diferença sobre todos os acontecimentos acima é a escolha sobre como reagir a cada um deles. A escolha é particular e sobre ela temos algum controle. Você pode escolher arruinar um dia inteiro ou então, digerir de forma mais leve e inteligente e não permitir ser abalado por isso. Quanto mais eu me conheço, melhor eu tenho condições de me gerenciar. Este é o primeiro passo da inteligência emocional. Preciso saber por que eu ajo e reajo de forma “a” ou “b” e quais as situações, coisas e perfis de pessoas que me fazem acionar meus gatilhos. O que me gera irritação, stress, descontrole emocional, agressividade, insegurança ou medo. Se eu conheço e avalio os porquês, assim eu tenho melhores condições de escolher agir ou reagir de maneira diferente.

 

2. Controle Emocional
Uma pessoa que é tomada pelas emoções, agindo de modo impulsivo, geralmente, envolve-se em relacionamentos conflituosos, perde oportunidades de trabalho, arrepende-se de suas atitudes, gerando tumulto em sua vida. Por outro lado, um sujeito que reprime suas emoções, não necessariamente estará utilizando só a razão para resolver suas questões. As emoções podem afetar suas decisões e posicionamentos diante da vida, porém os sentimentos não são expressos. Se não possuímos controle sobre nossas emoções acabamos por ser controlados por elas. Se sentimos raiva, explodimos em fúria; se algo nos frustra, afundamos em tristeza; se alguém lhe mágoa, guardamos o rancor e o sentimento de vingança. Em suma, somos dominados por nossas emoções. Aprenda uma coisa: você não é suas emoções! Compreender isso significa entender que suas emoções são suas, mas não são você. É como uma gripe, você a tem, mas não é ela. Entender isso gera mais capacidade de controle, pelo simples fato de que você pode cuidar de sua emoção como se cuida de um órgão enfermo. Muitas pessoas notam que têm emoções negativas e desejam se livrarem delas, mas isso é um grande equívoco. Se você possui um órgão doente, como o estômago ou seu coração, você não se livra dela, mas cuida dela. Da mesma forma é nossa emoção. Devemos cuidar de nossas emoções, compreendendo que há um motivo para elas existirem, uma razão para nossas emoções negativas reagirem em determinado momento de nossa vida. Observar-se e meditar, farão com que elas fiquem cada vez mais aparentes e quanto mais luz colocamos na sombra, menos ela existirá.

 

3. Automotivação
É muito importante uma pessoa saber motivar-se para qualquer realização que requer objetivos claros e uma atitude positiva. Embora possamos ter uma predisposição para o impulsionamento de atitudes negativas, podemos, com dedicação e prática, aprender a pensar mais positivamente. A pessoa automotivada não depende de estímulos externos. Ela é o que é, porque encontra dentro dela mesma, todos os motivos para fazer o que tem que ser feito. Ela age por seus princípios e não pelos seus sentimentos. Considere o seguinte: Enquanto uma pessoa que foi motivada exteriormente pode desistir (e possivelmente desistirá) quando surge um obstáculo maior, a pessoa automotivada abraça o desafio, estuda formas de superá-lo, continua agindo dentro de suas limitações e segue em frente. O problema não é motivo para ela parar. Ela confia em si mesma. Acredita em seu potencial. Se perdoa pelos seus erros e conhece-se muito bem, a ponto de não precisar de reforço positivo ou negativo do ambiente em que estiver inserida.

 

4. Reconhecimento de emoções em outras pessoas
Representa a capacidade de reconhecer como as pessoas se sentem e criar uma ligação com elas. Estamos falando, nada mais nada menos, do que ter “Empatia”. E empatia é a capacidade de se colocar no lugar do outro, de entendê-lo, de tentar compreender o que passa em sua mente, como e por que se sente assim, porém não a partir da nossa perspectiva, mas tentando pensar como ele, com as suas crenças e valores, abrindo mão do nosso egocentrismo, da nossa visão de que sempre estamos certos e conectar-se de coração para coração.

 

5. Relacionamentos interpessoais
O desenvolvimento das habilidades interpessoais é, de igual modo, fundamental para o sucesso em sua vida e carreira. Todos nós temos necessidades, limitações, direitos e deveres, por isso, é preciso reconhecer que temos falhas e qualidades para conseguirmos respeitar as falhas e reconhecer as qualidades dos outros. A inteligência emocional é caraterizada também pelo respeito às outras pessoas, pela solidariedade e a valorização dos talentos alheios. Para se ter sucesso nas relações com outras pessoas, é imprescindível ter autoconhecimento, empatia, uma boa comunicação verbal e não verbal também, ouvir verdadeiramente, ser justo, confiável, inclusivo e por fim, tenha sempre ética. Utilize a premissa, não faça com os outros o que eu não gostaria que fizessem comigo.


Todos os seres humanos têm a possibilidade de melhorar e desenvolver qualquer uma das habilidades destacadas por Goleman. A Inteligência Emocional pode ser desenvolvida, treinada e aprimorada com a construção de novos hábitos, novas formas de pensar e se comportar.


Através do meu programa de Life Coaching, um dos primeiros itens a serem trabalhados é a Inteligência Emocional. Agende sua primeira sessão grátis e conheça mais as oportunidades de melhorar sua vida de uma vez por todas e que estão aqui, na Psycomania, exclusivamente para você.

Por Priscila Marchi | 04/08/2017